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DEPOIS das ultimas aulas andei refletindo sobre  etimologia das palavras…como adorava esse curso na faculdade…Teoria Do Conhecimento / Epistemologia da Licenciatura …muito rico…justamente pelos comentários da ultima aula de terça feira… Nos perdemos verdadeiramente no senso comum de todas as coisas, mas só temos uma maneira de  crescermos , voltarmos a profundidade do ser pelo que ela representa. Discutir a ORIGEM das palavras e saber o que elas representam é muito rico veja o caso dessas duas palavras abaixo:

1) INFÂNCIA – do latim IN (não) FANCIA (capacidade da fala), nessa perspectiva, a fase da infância seria caracterizada pela ausência da fala e de comportamentos esperados, considerados como manifestações irracionais. A infância se contrapõe à vida adulta, pois os comportamentos considerados racionais ou providos da razão, seriam encontrados apenas no indivíduo adulto, identificando, assim, o adulto como o homem que pensa, raciocina e age, com capacidade para alterar o mundo que o cerca; tal capacidade não seria possível às crianças.. LOGO, quem está na infância não é bem aquele que “fantasia” na acepção moderna, mas ao contrário, aquele que NÃO É capaz de elaborar sua fala, pensamento e expressão. Ou seja, quem não é capaz de se expressar bem, e nem ao menos se esforça para isso, é por definição, uma pessoa I-MATURA, in-fantil. (Isso explica o “português” do MSN).

2) ALUNO – Do latim. A-LUMNO, Sem lumni, sem luz. Logo, quem “professa” é o iluminador; e, portanto, luciferiano. Luciferiano é quem exerce o Fiat Lux, fazer a luz, e não o contrário. Ser professor é ser luciferiano, mesmo em uma escola cristã – o que talvez explique o salário desses pobres diabos. O termo a-lumni Implica também que aquele que não tem a humildade de apre(e)nder
encontra-se se, necessariamente, em TREVAS. E aquele que desvaloriza o Aprendizado, o esclarecimento, o debate, o pensar, é, por etimologia, trevoso e in-fantil, mesmo que seus credos e opções tentem afirmar o contrário. Juro Que não é indireta pra nada, nem pedrada na crença de ninguém. As fotos da aula não me deixam mentir.

Desse termo 2 também concluimos que quanto mais a sociedade atual desvaloriza o aprendizado, a humildade, a filosofia, o elaborar do pensamento – substituindo por crença de “concordância” ou por “resultados” materiais “objetivos” – mais teremos uma treva interna que, compensatoriamente, estimulará as pessoas a tentarem desenvolver formas SUBSTITUTAS de iluminação. Luzes artificiais. Isso explica, provavelmente, o narcisismo e hedonismo de hoje em dia, a busca de um “palco”, o culto de pseudo-celeBBBridades no estilo “referenciais projetivos descartáveis a la miojo lamen”.

3 Comments

  1. Maravilhoso texto, super elucidador. Acabei de encontrar e entrar de cabeça no blog. pretendo acompanhá-los por entender que trará-me muitos benefícios pra agora e para o além rsrsrs. Parabéns.

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