#100happydays

#100happydays

O que seria participar de uma campanha em que você tivesse um motivo diário para agradecer e estar tomando posse de sua da vida?

Sem gratidão não existe felicidade, eis uma premissa em que acredito, pois estamos fadados a uma geração contaminada pela insatisfação cronica.

Adquirimos por condicionamento, comportamentos negativos, pessimistas e queixantes, romper com esses padrões é o lema do nosso projeto.

Ergamos a bandeira da transformação. Melhor que isso, reciclemos nossos dias , vasculhemos em nossos guardados, reconheçamos nossos territórios e nos surpreendamos com nossos mundos…quantas preciosidades encrustadas em nossas almas, despercebidas por padrões socionarcotizantes.

Daremos um basta através de nossa proposta: 100 dias de gratidão!

COMO É ISSO?

O projeto é uma espécie de desafio. Durante 100 dias, você poderá optar em:

1- tirar uma foto de alguma coisa que te faz feliz. Pode ser uma comida, um encontro de amigos, um sorriso do namorado, um sapato novo ou uma frase inspiradora. O teor das imagens não é importante e sim o que aquilo representa para você.

2- escrever um post sobre um momento vivido em seu dia

3- postar um video

Por isso é um desafio e não uma competição. O objetivo é comparar você em relação a você mesmo e não aos outros.

Ao final, você será capaz de avaliar o que te faz feliz com a vida e o que você está fazendo (ou não) para que esses momentos se repitam ou façam parte da sua rotina. Também é uma ótima forma de treinar gratidão, já que você vai ver quantas coisas maravilhosas acabavam passando batidas pela falta de tempo e atenção.

CLARO…quem tiver mais a agradecer pode postar mais que uma frase, vídeo ou foto, o importante é participar TODOS os dias, durante os 100 dias. É um DESAFIO, ok pessoal?!

Busquemos através dessa corrente trazer para nosso 2015 mais olhar para nós mesmos, traduzir em nossos dias um pouco mais de qualidade, mais afeto, sim AFETIVIDADE!

Afetividade  – afeto – aquilo que me afeta.

O que me afeta – O QUE ME TOCA – o que tem a capacidade de me transformar é, para mim, afetivo.

O que causa em mim uma mudança e me atinge diretamente é afeto.

Afetividade, então, é a qualidade através da qual as coisas me tocam e me influenciam. E este afetar pode deixar marcas tanto positivas quanto negativas em mim, dependendo do grau de satisfação ou frustração das expectativas que criei anteriormente: se idealizei algo e este algo aconteceu, guardo um registro positivo da experiência. Se, pelo contrário, o que criei dentro de minha cabeça e de  meu coração não aconteceu e eu me frustrei… O registro é negativo e passo, consciente ou inconscientemente, a evitar situação semelhante. Sendo entendidas desta forma, não são as relações que me frustram e deixam uma marca negativa em mim: eu me frustro porque criei, em minha cabeça, expectativas que não se concretizaram. Eu me frustro, porque minhas carências não foram atendidas. Eu me frustro, porque aquilo que sonhei e que tanto quis que acontecesse… Não aconteceram.. Eu me frustro. Eu me decepciono. Eu construí as expectativas.Ok? Tudo começou em mim, e terminou em mim…ai ai ai

Bem, porque estou falando de afetos? Porque descobrirão ao longo desses 100 dias como é bom estar entre… entre mundos… entre pessoas… entre tempos… parafraseando o poeta  Tom Jobin: “É impossível ser feliz sozinho”.

Seus relacionamentos afetivos – sim, os que te afetam, positivamente ou não – são o maior presente que você poderia ter ganho para te ajudar na tarefa de desenvolver a si mesmo e a expandir-se enquanto consciência. Cada mal-estar experimentado em sua jornada é um indicativo de fragilidade existente em você que precisa ser acalentada e cuidada – não pelo outro, mas por você mesmo. Cada dor que “alguém lhe infringiu” é uma pista importantíssima no seu caminho de retorno a seu verdadeiro Eu; não este condicionado pelo sistema de crenças dual de nossa sociedade moderna que diz que apenas os fortes valem a pena, mas o Eu anterior à vida na dualidade, o ser eterno, que sempre existiu e que sempre existirá, mesmo depois de você não estar mais aqui. Mesmo que mude de forma e não atenda mais pelo seu nome e nem tenha o seu cheiro e seu formato, mas o seu Eu Total, atemporal, infinito e abundante.

“A felicidade só existe quando é compartilhada”, Alexander Supertramp em seu diário, em “Into the Wild”

beijinhos amigos

Grata por existirem em minha vida a tanto tempo e darem tanto sentido a minha vida

Rita

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