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É a pessoa que  desenvolve relações baseadas em problemas. O foco está sempre no outro e o vínculo não é o amor ou a amizade, mas a doença, o poder, o controle. No fundo o co-dependente acredita que pode mudar o outro. Seus relacionamentos são criados para transformar os outros.

 

A definição científica de co-dependência é:  NECESSIDADE IMPERIOSA EM CONTROLAR COISAS, PESSOAS, CIRCUNSTÂNCIAS/COMPORTAMENTOS NA EXPECTATIVA DE CONTROLAR SUAS PRÓPRIAS EMOÇÕES.

 

Estamos acostumados a ouvir falar sobre diferentes tipos de vícios tais como álcool, drogas, comida, gastar dinheiro, sexo e trabalho. Pessoas viciadas são dependentes de outros, estabelecendo relacionamentos sempre destrutivos. A literatura e a mídia têm dado bastante atenção a estes problemas, informando e sensibilizando a comunidade para a necessidade de ajuda e tratamento nestes casos.

 

Mas como ficam as pessoas que convivem com quem tem esse tipo de problema?

 

Em geral, quem fica submetido à convivência prolongada com dependências(seres humanos dependentes – “egoistas”, que inclusive colocamos aqui a dependencia emocional), se torna um co-dependente, perdendo a cada dia o contato com seus sentimentos, desejos e, portanto, com a sua identidade. Seus relacionamentos tornam-se pesados, desgastantes e improdutivos.

 

Segundo Melody Beattie, autora do livro Co-Dependência Nunca Mais, o co-dependente é uma pessoa que tem deixado o comportamento de outra afetá-la, e é obcecada em controlar o comportamento dessa outra pessoa, viver por ela,  funcionar apenas e tão somente pelo outro.

 

Socialmente quem toma conta de dependentes é reconhecido como bondoso e forte, o “generoso”. Entretanto, quando cuidar do outro significa abandonar as próprias necessidades pessoais, também adoece-se emocionalmente.O meu comportamento se estabelece através do comportamento do outro.

 

Assim como os quadros de dependência, a co-dependência também é uma doença progressiva. O co-dependente desenvolve um vício de relacionar-se de forma nociva. Quando termina um relacionamento destrutivo, jura que isso não acontecerá novamente mas logo escolhe um novo parceiro ou parceira para começar tudo outra vez. É comum o co-dependente reclamar: ‘‘Eu não tenho mesmo sorte, sempre sou infeliz nos meus relacionamentos.” Tem um faro a distancia para captar “problemas”.

 

Se todas as pessoas, conscientemente, querem ser amadas e respeitadas, por que aceitam relações que lhes fazem mal, convivendo com pessoas que as agridem, as manipulam, as destroem?

 

A aceitação da co-dependência não é por acaso. Quem se torna co-dependente teve uma história familiar de pouco ou nenhum espaço para a expressão de suas emoções e necessidades. Os problemas não podiam ser compartilhados em família. A convivência com familiares com um comportamento vicioso e dependente, especialmente se são os pais, gera para a criança ou para o adolescente a crença que o ambiente é ameaçador. Torna-se imperativo crescer rápido para cuidar de quem, na realidade, ainda deveria estar cuidando dessa criança. Como esse processo não respeita o desenvolvimento psíquico natural do indivíduo, fica como seqüela a baixa auto-estima, que a tornará na vida adulta vulnerável aos relacionamentos destrutivos.

 

O contato consigo mesmo fica prejudicado e desenvolve-se um vazio existencial, que é o vazio de si mesmo. O indivíduo fica tão carente que passa a procurar o seu preenchimento interno nos outros. Neste caso, alguém muito dependente será muito atraente, porque salvar o outro é a tentativa inconsciente de salvar a si mesmo. A cura se estabelece na busca incessante de preencher-se de si mesma.

 

O pensamento fica obsessivo em controlar. A preocupação com o dependente gasta tanta energia que não sobra espaço para a pessoa ocupar-se de sua própria vida. Ela passa a viver em estado de crise constante, fica viciada em adrenalina, reage impulsivamente a qualquer situação. Sua capacidade de pensar fica afetada. Tem comportamentos dos quais se arrepende e, quanto mais as situações fogem do seu controle, mais tenta controlá-las a qualquer preço. Para não entrar em contato com a sua insegurança, baixa auto-estima, medos, culpas e vergonha, tenta desesperadamente controlar. Tenta colocar ordem no caos que vive. Mas como nega suas dificuldades emocionais, adoece e perde o contato com suas qualidades e habilidades. Sente-se encurralada em relacionamentos destrutivos e sua vida confusa. Assustada, fica ainda mais controladora.

 

Como é cansativo e doloroso viver assim!

 

É hora de aprender outra maneira de viver. O primeiro passo é a conscientização de que a vida está fora de controle e que, do mesmo modo que o dependente necessita de ajuda, o co-dependente também. O segundo passo é parar de buscar a sua felicidade no outro, aprendendo a se amar, a se valorizar, para acessar sua sabedoria interior. Nesse estágio é iniciado um novo processo de amadurecimento, que irá permitir ao indivíduo buscar a sua saúde física e emocional.

 

Se você realmente ama aqueles que lhe compartilham a estrada, auxilie-os a ser livres para encontrarem a si mesmos, tal qual deseja você a independência própria para ser você, em qualquer lugar.
Francisco Candido Xavier

É a pessoa que  desenvolve relações baseadas em problemas. O foco está sempre no outro e o vínculo não é o amor ou a amizade, mas a doença, o poder, o controle. No fundo o co-dependente acredita que pode mudar o outro. Seus relacionamentos são criados para transformar os outros.

A definição científica de co-dependência é:  NECESSIDADE IMPERIOSA EM CONTROLAR COISAS, PESSOAS, CIRCUNSTÂNCIAS/COMPORTAMENTOS NA EXPECTATIVA DE CONTROLAR SUAS PRÓPRIAS EMOÇÕES.

Estamos acostumados a ouvir falar sobre diferentes tipos de vícios tais como álcool, drogas, comida, gastar dinheiro, sexo e trabalho. Pessoas viciadas são dependentes de outros, estabelecendo relacionamentos sempre destrutivos. A literatura e a mídia têm dado bastante atenção a estes problemas, informando e sensibilizando a comunidade para a necessidade de ajuda e tratamento nestes casos.

Mas como ficam as pessoas que convivem com quem tem esse tipo de problema?

Em geral, quem fica submetido à convivência prolongada com dependências(seres humanos dependentes – “egoistas”, que inclusive colocamos aqui a dependencia emocional), se torna um co-dependente, perdendo a cada dia o contato com seus sentimentos, desejos e, portanto, com a sua identidade. Seus relacionamentos tornam-se pesados, desgastantes e improdutivos.

Segundo Melody Beattie, autora do livro Co-Dependência Nunca Mais, o co-dependente é uma pessoa que tem deixado o comportamento de outra afetá-la, e é obcecada em controlar o comportamento dessa outra pessoa, viver por ela,  funcionar apenas e tão somente pelo outro.

Socialmente quem toma conta de dependentes é reconhecido como bondoso e forte, o “generoso”. Entretanto, quando cuidar do outro significa abandonar as próprias necessidades pessoais, também adoece-se emocionalmente.O meu comportamento se estabelece através do comportamento do outro.

Assim como os quadros de dependência, a co-dependência também é uma doença progressiva. O co-dependente desenvolve um vício de relacionar-se de forma nociva. Quando termina um relacionamento destrutivo, jura que isso não acontecerá novamente mas logo escolhe um novo parceiro ou parceira para começar tudo outra vez. É comum o co-dependente reclamar: ”Eu não tenho mesmo sorte, sempre sou infeliz nos meus relacionamentos.” Tem um faro a distancia para captar “problemas”

Se todas as pessoas, conscientemente, querem ser amadas e respeitadas, por que aceitam relações que lhes fazem mal, convivendo com pessoas que as agridem, as manipulam, as destroem?

A aceitação da co-dependência não é por acaso. Quem se torna co-dependente teve uma história familiar de pouco ou nenhum espaço para a expressão de suas emoções e necessidades. Os problemas não podiam ser compartilhados em família. A convivência com familiares com um comportamento vicioso e dependente, especialmente se são os pais, gera para a criança ou para o adolescente a crença que o ambiente é ameaçador. Torna-se imperativo crescer rápido para cuidar de quem, na realidade, ainda deveria estar cuidando dessa criança. Como esse processo não respeita o desenvolvimento psíquico natural do indivíduo, fica como seqüela a baixa auto-estima, que a tornará na vida adulta vulnerável aos relacionamentos destrutivos.

O contato consigo mesmo fica prejudicado e desenvolve-se um vazio existencial, que é o vazio de si mesmo. O indivíduo fica tão carente que passa a procurar o seu preenchimento interno nos outros. Neste caso, alguém muito dependente será muito atraente, porque salvar o outro é a tentativa inconsciente de salvar a si mesmo. A cura se estabelece na busca incessante de preencher-se de si mesma.

O pensamento fica obsessivo em controlar. A preocupação com o dependente gasta tanta energia que não sobra espaço para a pessoa ocupar-se de sua própria vida. Ela passa a viver em estado de crise constante, fica viciada em adrenalina, reage impulsivamente a qualquer situação. Sua capacidade de pensar fica afetada. Tem comportamentos dos quais se arrepende e, quanto mais as situações fogem do seu controle, mais tenta controlá-las a qualquer preço. Para não entrar em contato com a sua insegurança, baixa auto-estima, medos, culpas e vergonha, tenta desesperadamente controlar. Tenta colocar ordem no caos que vive. Mas como nega suas dificuldades emocionais, adoece e perde o contato com suas qualidades e habilidades. Sente-se encurralada em relacionamentos destrutivos e sua vida confusa. Assustada, fica ainda mais controladora.

Como é cansativo e doloroso viver assim!

É hora de aprender outra maneira de viver. O primeiro passo é a conscientização de que a vida está fora de controle e que, do mesmo modo que o dependente necessita de ajuda, o co-dependente também. O segundo passo é parar de buscar a sua felicidade no outro, aprendendo a se amar, a se valorizar, para acessar sua sabedoria interior. Nesse estágio é iniciado um novo processo de amadurecimento, que irá permitir ao indivíduo buscar a sua saúde física e emocional.

Se você realmente ama aqueles que lhe compartilham a estrada, auxilie-os a ser livres para encontrarem a si mesmos, tal qual deseja você a independência própria para ser você, em qualquer lugar.

Francisco Candido Xavier

10 Comments

  1. Olá Mônica…
    Percebo que vc esta tentando participar seu problema de relacionamento, para que eu possa ajuda-la de forma mais objetiva deixo a sua disposição meu e-mail pessoal: ribevine@uol.com.br. Fique a vontade para me escrever. Responderei diretamente a vc,ok?

    Rita

  2. ele sente vergonha de si mesmo e eu nao sei como lidar com isso moro com meus pais que so atrapalham quando tento ajuda-lo

  3. ADOROOOOOOOOO!!! O blog.. ler sobre as dúvidas e as respostas é mto interessante.. Crescer dói para todos, sendo Dependente Emocional ou não.. Mas qdo crescemos é tão bom!!

    Beijos a todos!!! E uma ótima semana!

  4. OLÁ RICARDO:
    AMAR : CUIDAR DE, SE IMPORTAR…
    COM ISSO O AMOR, O MAIS AMOR..O VERDADEIRO AMOR, IMPORTA SEMPRE. PORÉM NEM SEMPRE ATENDE…
    LEMBRO-ME SEMPRE DA ESTAMIRA: O LIXO ESTA CHEIO DE DESCUIDO.
    POR ISSO ACHEI EXCELENTE TER LEMBRADO QUE O FATO DE DIZERMOS QUE AMAMOS NÃO BASTA, PRECISA MOBILIZAR-SE PARA AMAR. ATITUDE…CUIDAR.
    VAI O LEMBRETE: COMO TEMOS CUIDADO DO QUE É IMPORTANTE PRA NÓS?

    AMO VC

    RITA

  5. OI MICHELLE,

    Buscar a saude emocional em seu caso parte primeiro da honestidade que vem buscando consigo mesma.
    Temos um caminho pela frente que só será longo mediante a sua disposição.
    “Não é a mudança que é difícil, mas a nossa resistência à mesma”.
    Vc não está só, isso é um bálsamo nesse processo.
    Seja bem vinda sempre!
    Beijos

    Rita

  6. OI CRIS…
    DESCULPE A DEMORA, MAS VAMOS LÁ, RESPONDENDO AOS SEUS QUESTIONAMENTOS…
    1- SOBRE A NOMENCLATURA, ROTULAÇÃO, PARA ACOMODAR O PSIQUISMO DE UMA FORMA A DIRIMIR O VAZIO EXISTENCIAL HUMANO…PERCEBA MINHA LINDA QUE A DEPENDENCIA EMOCIONAL ESTA CATALOGADA COMO “UM” DOS TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE ESTUDADOS NA PSICOTERAPIA. PORTANTO TER UM TRANSTORNO DE PERSONALIDADE , CARACTERIZA UMA PESSOA ONDE SEUS TRAÇOS ESTEJAM INFLEXIVEIS,QUE ESTEJA EM DESAJUSTE COM O TODO ,PREJUDICANDO A ADAPTAÇÃO DO INDIVIDUO ÀS SITUAÇÕES QUE ENFRENTA, CAUSANDO A ELE PROPRIO OU AOS QUE ESTEJAM MAIS PROXIMOS DELE SOFRIMENTO E INCOMODO.GERALMENTE UM TRANSTORNADO SÓ BUSCA TRATAMENTO QUANDO COMEÇA A SENTIR DIFICULDADE OU QUEIXA DO OUTRO EM SUA RELAÇÃO INTERPESSOAL.
    VALE AQUI FAZER UMA CONCEITUAÇÃO SIMPLES:
    PERSONALIDADE – TOTALIDADE DE TRAÇOS EMOCIONAIS E DE COMPORTAMENTO QUE FORMAM UM INDIVIDUO(CARATER), OU SEJA, O SEU “JEITÃO” DE SER, SENTIR E AGIR.
    QUANDO TEMOS UM PROBLEMA QUE NOS DESCONFORTA, OU NOS TRAZ DIFUCULDADES EM FAZER NOSSA VIDA DESLANCHAR, ACONTECER, BUSCAMOS AJUDA MEDIANTE A ESPECIFICIDADE DESSE PROBLEMA, SE TEMOS UM PROBLEMA NO ESTOMAGO PROCURAMOS UM GASTROLOGISTA, COLOCAMOS A ELE NOSSAS QUEIXAS E ELE FAZ PESQUISA ATRAVES DE EXAMES, E ATRAVES DA PROPIA CONSULTA CLINICA, APÓS OS RESULTADOS OBTIDOS TEMOS UM DIAGNOSTICO DA QUEIXA, E ASSIM , SÓ ASSIM BUSCAMOS ATRAVES DA MEDICAÇÃO ESPECÍFICA A CURA. DA MESMA FORMA A PSICOLOGIA E PSIQUIATRIA NOS AUXILIA A DIAGNOSTICARMOS NOSSAS QUEIXAS NA BUSCA DE UM BEM ESTAR INTEGRAL. DIAGNOSTICAR UM TRANSTORNO DE PERSONALIDADE , NÃO É ROTULAR, NEM TÃO POUCO LIMITAR O SER, É BUSCAR COM ISSO TRATA-LO PARA MINIMIZAR SUAS QUEIXAS E TORNA-LO UM SER MAIS SOCIAVEL E ADAPTADO PARA CONQUISTAR SUAS REALIZAÇÕES PESSOAIS COMO UM SER HUMANO SAUDÁVEL.
    O TRATAMENTO DESSES TRANSTORNOS É BASTANTE ARDUO ,POIS ESTAREMOS MOTIVANDO ESSE SER A MUDAR ALGUNS TRAÇOS DE SEU CARATER, MUDAR SEU “JEITÃO”, E MUDAR O JEITO DDE SER NÃO É UMA TAREFA DOS MINUTOS E SIM DO TEMPO…DO TEMPO SUBJETIVO DE CADA UM.

    2 – QUANTO AO FATO DA CO DEPENDENCIA SER UMA DOENÇA DO MUNDO CONTEMPORANEO: PERCEBA QUE MEDIANTE O ESTUDO DO SER E SEUS INTRINCADOS MEANDROS DA CIVILIZAÇÃO E DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS, ESTAMOS NOS ENFRENTANDO NO DIA A DIA E EXPERIMENTANDO NOSSAS DIFICULDADES E NOSSAS INABILIDADES. A CIENCIA COLABOROU PARA QUE O SER PUDESSE ESTAR A CADA DIA MAIS TRANSPARENTE PARA ELE MESMO, E ASSIM O QUE ANTES JÁ EXISTIA NA GENERALIDADE, E ACHÁVAMOS QUE ERA UM COMPORTAMENTO “CHATO”, “DIFICIL” OU INADEQUADO DAS PESSOAS AO NOSSO REDOR, HOJE TEMOS INFORMAÇÃO SUFICIENTE PARA DIAGNOSTICAR TAIS COMPORTAMENTOS E AUXILIAR A QUEM ASSIM DESEJAR UMA FORMA DE ESTAR EM SOCIEDADE E BUSCAR MELHORES RESULTADOS PESSOAIS COM ISSO.
    INFORMARMO-NOS SOBRE DEPENDENCIA EMOCIONAL, E QUAL SUA RELAÇÃO COM ELA (SEJA DEPENDENTE OU CO DEPENDENTE) É BUSCAR INFORMAÇÃO SUFICIENTE PARA QUE NOSSA VIDA COMECE A TER SATISFAÇÃO, REALIZAÇÃO, E LEVEZA NESSE EXISTIR.PODEMOS SER OU NÃO DEPENDENTES EMOCIONAIS, PORÉM NOS INFORMARMOS SOBRE ISSO COM CERTEZA FAZ COM QUE OLHEMOS O MUNDO AO REDOR DE UMA FORMA MAIS SIGNIFICATIVA, E COM ISSO ENTENDERMOS NOSSAS RELAÇOES INTERPESSOAIS, AFASTANDO NOSSAS AMEAÇAS E OBSTACULOS QUE NOS IMPEDEM DE SERMOS SEREM TOTAIS.
    beijo

    RITA

  7. Oi Mi. Todos sabemos como é dificil a arte de se amar. Quer dizer… Amar o que se quer amar. Pq muitas vezes o que queremos não é amor, mas sim um mínimo de atenção.

    Amar-se é o objetivo, mas antes precisamos lutar contra o “não querer” né? Como dizia a Rita, quando o Espírito quer ele consegue. Será que queremos mesmo? Sempre me pergunto isso… Será que quero? Ou melhor… O que será que quero? Pq se quiser de verdade, consigo.

    Bjs, garota rosa chiclete.

  8. Gente fiquei rosa chiclete com esse texto!!! Afinal sou uma co dependente em busca do equilíbrio. Como é difícícil se bastar, não ter buracos para que “os outros” queiram tapar! E como é bom ter o conhecimento que é possivel nos equilibrar dentro deste transtorno de personalidade… Particularmente é um alívio!

    O acompanhamento profissional (terapia), a aceitação, força de vontade, foco e mais outras coisas são necessários para que consigamos de fato ter aquilíbrio e vivermos por nós.

    Quero muito me amar em primeiro lugar e ser independente!!!

  9. Cris, minha linda.

    Tbm passei um tempo pensando nesta situação. E ainda não encontrei nenhuma resposta clara. Mesmo pq qualquer resposta clara me faria ir de encontro com algum significado que está pautado em alguma outra ordem para definir as coisas. Assim como dependência ou co-dependência nada mais são do que “termos” para definir comportamentos e pensamentos.

    Se pensarmos que em toda a história da humanidade sempre existiram pessoas folgada e pessoas sufocadas podemos analisar que dependência e co-dependência são termos do mundo contemporâneo, mas as manifestações são milenares.

    Concordo com vc na alternativa da motivação. Afinal, se não existissem nenhuma maneira de definir se somos ou não co-dependentes… Se ninguem no mundo tivesse criado esta palavra para nos definir…. Ainda assim, tentariamos encontrar alternativas para parar a dor. E acho que você está no caminho certo minha linda. A única motivação que vale a pena é aquela que faz movimentar o “nosso mundo” e não aquela que nos força a carregamos “todos os mundos”.

    Bjs com carinho negona.

  10. Lendo a definição de Co-dependencia o que questiono é se este termo é mais um que tem como função apenas diminuir a angustia existencial do ser humano… Ou me encaixo na fôrma dependente ou na co-dependente.

    Esta necessidade de controlar coisas, pessoas e emoções não é apenas uma das características presente em todos os indivíduos que compartilham esta cultura do Ter?

    A co-dependencia não poderia ser tbm entendida como uma doença do mundo contemporâneo?

    Outra observação:
    Percebo que muitos utilizam o termo como uma vestimenta para definir personalidade. “Agi desta maneira porque sou co-dependente” – sendo que nada mais é do que um comportamento pautado em um pensamento viciante.

    Acho que o segundo passo para minha situação se encaixaria melhor nesta forma: “Evite motiva-ser pelo outro” – o mais difícil é ser mover por si mesmo quando não se tem auto-aceitação.

    “Inspiração vem dos outros. Motivação vem de dentro de nós.” 

    Estamos trabalhando nisso!

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